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Depois da glória, o arquivamento

16 de abril de 2009

Todo fotojornalista ou fotógrafo de modo geral têm se deparado com uma realidade que perturba e é na maioria das vezes silenciosa: o arquivamento das fotografias digitais.

Acredito que todo fotógrafo possui, de alguma forma, aversão a catalogar fotografias. Lendo um pouco sobre o assunto, encontrei uma dica bem interessante do Fotógrafo Clicio Barroso (autor do livro Adobe Lightroom) e vou compartilhar aqui.

Cada um deve possuir seus métodos que ao longo do tempo acredita ser a mais prática e fácil. Em certo momento pode haver tantas fotografias e o sistema de arquivos ficar tão gigante, que o método incialmente pensado pode não dar mais conta.

Uma boa estratégia de organização é sempre copiar as fotos para o computador usando a mesma estrutura de diretórios, como por exemplo: imagens/ano/mes/categoria/cliente ou lugar. Dessa forma, o fotógrafo poderá manter uma estrutura hierárquica ordenada cronologicamente que pode crescer com o passar dos anos, e isso torna a pesquisa posterior mais prática e rápida.

Sem-Título-1 

Com o arquivos, a lógica é a mesma, Continuando com a gestão cronológica dos arquivos usando o seguinte parâmetro: AnoMesDia, texto e o numero sequencial de 4 dígitos. Ficaria assim: 090423_parqueramiro_0001.jpg  Sem-Título-2

Achei a dica relevante, pois realmente o processo de organização de uma fotografia digital pode se tornar oneroso  se não for um processo estendido ao ato de fotografar. Fotografar não é somente o clique do assunto, mas também tudo que é envolvido posteriormente ao ato. Afinal, você prefere classificar 30 fotos por dia ou deixar 10.000 para o final do ano?

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2 Comentários leave one →
  1. 17 de abril de 2009 12:48 AM

    Parabens pelo blog Daniel. Com interpretação e análise, com um olhar sensível e observador sobre fotojornalismo. Fazia faltava algo assim na net. Estou orgulhosa de vc:)

  2. 25 de abril de 2009 3:17 PM

    Eu tive um chefe que é um fotógrafo do tempo do fotojornalismo analógico. Daqueles que carregava toda química na bolsa para construir um estúdio de revelação no banheiro (no livro Caçadores de Luz os irmãos Marques relatam como era este processo).

    E com a pressão do mercado meu chefe teve que se atualizar e partir para o digital. Mas ainda com um pé atrás com todo este processo, ele ainda carrega algumas desconfiança com a máquina digital.

    E isso ficou muito claro quando percebi que ele não formata o cartão da máquina fotográfica. Esta é a maneira dele de arquivar o material e quando precisa de mais espaço, ele vai lá na loja e compra um outro cartão de 5GB e por aí vai.

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